Nos últimos anos, quer a nível governamental quer a nível social, tem existido uma consciencialização dos impactos no equilíbrio do ecossistema das decisões em termos energéticos. Essa maior consciencialização tem levado à procura de soluções ecológicas e renováveis no aquecimento de edifícios.
No mercado de combustíveis para sistemas de aquecimento doméstico, individual e colectivo, a procura de dispositivos alimentados a biomassa tem vindo a ganhar quota de mercado relativamente a outros sistemas. Do ponto de vista da produção de energia, o conceito “biomassa” engloba os produtos derivados recentes de organismos vivos utilizados como combustíveis ou para a produção de combustíveis1.
Com a necessidade de modernizar os sistemas de queima tradicionais alimentados a biomassa, surgiram os combustíveis de biomassa densificada, como os pellets, com a vantagem de permitir o funcionamento automático do sistema de aquecimento, tal como ocorre com muitos sistemas alimentados a gasóleo e butano.
Estima-se que a disponibilidade de resíduos de biomassa disponível em Portugal é de 5.630 toneladas secas por ano, e que a biomassa produzida sem utilização é de 2.628 mil toneladas por ano, provenientes da floresta e da agricultura.
Desta forma, os pellets perspectivam-se como uma solução ecológica e económica de utilização muito vantajosa em Portugal.
Fonte: Wikipédia, a Enciclopédia Livre (Endereço: pt.wikipedia.org/wiki/Biomassa), visitada no dia 22 de Agosto de 2007.